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70

Presidida pelo cirurgião vascular Dr. Leonardo Cortizo e moderada pelas médicas Dra. Carolina Neves, Dra. Sammara Guedes e Dra. Fernanda Martin, a mesa trouxe discussões importantes sobre situações clínicas mais delicadas, que exigem tomada de decisão compartilhada e abordagens individualizadas.

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69

Encerrando a sequência de aulas, a médica infectologista Dra. Lorena Galvão falou sobre a segurança na reimplantação de cateter após infecção de corrente sanguínea, tema delicado e comum nos serviços.

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68

Já o Dr. Rodrigo Carvalho falou sobre “FAV no idoso”, propondo um algoritmo clínico para apoiar a decisão sobre o tipo e momento do acesso em pacientes com envelhecimento avançado e múltiplas comorbidades.

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67

Em seguida, o Dr. Paulo Menezes apresentou a aula “Fístula em membros inferiores: quando considerar?”, explicando em quais contextos essa alternativa pode ser indicada, bem como os cuidados necessários e os riscos envolvidos. A discussão apontou que, embora menos comum, essa opção pode ser viável em casos bem selecionados.

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66

Na sequência, a pergunta “Falência de Acesso Vascular: quando indicar a priorização para o transplante?” foi debatida sob duas perspectivas: a Dra. Ana Paula Baptista trouxe a visão da nefrologia, enquanto o Dr. Rodrigo Mota apresentou o olhar da cirurgia vascular.

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65

Abrindo a terceira e última sessão, a Dra. Fernanda Pita apresentou a aula “Transplante renal e intervencionismo: visão do nefrologista”, na qual destacou o papel do acesso vascular antes e depois do transplante renal.

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64

Com o Brasil registrando, em 2024, o maior número de transplantes de órgãos da sua história — mais de 30,3 mil procedimentos, dos quais cerca de 6.300 foram de rim realizados principalmente pelo SUS —, a discussão sobre os caminhos para o cuidado do paciente renal e de acessos vasculares em pacientes candidatos a transplante se faz fundamental.

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63

Pausa para a interação! Durante o intervalo do II FístulaTalks 2025, com vista privilegiada para a Baía de Todos os Santos, os participantes aproveitaram para trocar experiências, fazer networking e compartilhar impressões sobre as primeiras palestras da manhã.

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62

A sessão “Inovações em Acesso Vascular e Terapia Renal” foi encerrada com um debate ativo entre palestrantes e ouvintes, em que foram tiradas as dúvidas e tecidos comentários pertinentes sobre as aulas apresentadas, principalmente sobre a indicação de HDF. A troca entre os especialistas e o público evidenciou o interesse crescente por abordagens baseadas em evidência, inovação e personalização do cuidado.

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61

Encerrando a segunda sessão, o Dr. João Pedro Carvalho falou sobre “Score de risco para maturação da fístula arteriovenosa e qual sua importância?”, destacando o uso dessa ferramenta clínica que pode orientar a decisão sobre o tipo de acesso mais indicado para cada perfil de paciente.

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Presidida pelo cirurgião vascular Dr. Leonardo Cortizo e moderada pelas médicas Dra. Carolina Neves, Dra. Sammara Guedes e Dra. Fernanda Martin, a mesa trouxe discussões importantes sobre situações clínicas mais delicadas, que exigem tomada de decisão compartilhada e abordagens individualizadas.

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Encerrando a sequência de aulas, a médica infectologista Dra. Lorena Galvão falou sobre a segurança na reimplantação de cateter após infecção de corrente sanguínea, tema delicado e comum nos serviços.

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Já o Dr. Rodrigo Carvalho falou sobre “FAV no idoso”, propondo um algoritmo clínico para apoiar a decisão sobre o tipo e momento do acesso em pacientes com envelhecimento avançado e múltiplas comorbidades.

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Em seguida, o Dr. Paulo Menezes apresentou a aula “Fístula em membros inferiores: quando considerar?”, explicando em quais contextos essa alternativa pode ser indicada, bem como os cuidados necessários e os riscos envolvidos. A discussão apontou que, embora menos comum, essa opção pode ser viável em casos bem selecionados.

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Na sequência, a pergunta “Falência de Acesso Vascular: quando indicar a priorização para o transplante?” foi debatida sob duas perspectivas: a Dra. Ana Paula Baptista trouxe a visão da nefrologia, enquanto o Dr. Rodrigo Mota apresentou o olhar da cirurgia vascular.

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Abrindo a terceira e última sessão, a Dra. Fernanda Pita apresentou a aula “Transplante renal e intervencionismo: visão do nefrologista”, na qual destacou o papel do acesso vascular antes e depois do transplante renal.

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Com o Brasil registrando, em 2024, o maior número de transplantes de órgãos da sua história — mais de 30,3 mil procedimentos, dos quais cerca de 6.300 foram de rim realizados principalmente pelo SUS —, a discussão sobre os caminhos para o cuidado do paciente renal e de acessos vasculares em pacientes candidatos a transplante se faz fundamental.

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Pausa para a interação! Durante o intervalo do II FístulaTalks 2025, com vista privilegiada para a Baía de Todos os Santos, os participantes aproveitaram para trocar experiências, fazer networking e compartilhar impressões sobre as primeiras palestras da manhã.

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A sessão “Inovações em Acesso Vascular e Terapia Renal” foi encerrada com um debate ativo entre palestrantes e ouvintes, em que foram tiradas as dúvidas e tecidos comentários pertinentes sobre as aulas apresentadas, principalmente sobre a indicação de HDF. A troca entre os especialistas e o público evidenciou o interesse crescente por abordagens baseadas em evidência, inovação e personalização do cuidado.

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Encerrando a segunda sessão, o Dr. João Pedro Carvalho falou sobre “Score de risco para maturação da fístula arteriovenosa e qual sua importância?”, destacando o uso dessa ferramenta clínica que pode orientar a decisão sobre o tipo de acesso mais indicado para cada perfil de paciente.

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